A Máquina do Tempo do Desejo: A Noite que Redefiniu o Solvit Sexus - A Escolha Certa

Relato sobre Isis Harrais, acompanhante em Centro, Rio de Janeiro · por @Solvit_Sexus

A aventura dessa vez foi com uma novata no Multiverso do Prazer. E que novata! Assim que ativou seu perfil, já enviei mensagem para marcar. Sabe quando você tem certeza absoluta de que é ela? Que vai dar bom, que já sente que vai ter química? Eu já previa tudo isso, mas o que não imaginava era que seria em uma proporção jamais sentida e vivida em toda a história do Solvit Sexus. O contato demorou um pouco, mas, no fim da tarde, ela me responde e começamos as tratativas. Ela me informou que atendia no AA37 e perguntei se poderia ser às 19h. Ela prontamente responde se poderia ser às 20h. E, claro, aceitei. Sábado tranquilo, pagodinho no Amarelinho, e sigo com minha SolvitMoto rumo ao castelo das princesas. Chegando lá 20 minutos antes, vejo uma ruivinha linda saindo do 37 e comprando algo no Zezé. Linda. Corpo bem delineado, baixinha, aquela namoradinha que eu desfilaria orgulhoso no shopping. Pensei: “É ela. Só pode ser. Linda demais.” Tomei coragem, saí da Solvitmoto e fui falar com ela. Que nada! Enviei o famoso “Oi, cheguei” . Ela olha o celular e sorri. E eu, mentalmente: — "É ela... Obrigado, universo! É hoje!" O Jogo da Sedução Caminhei com passos controlados, tentando não demonstrar minha excitação em conhecê-la. Mas a mente já estava anos-luz à frente, tentando imaginar tudo o que viveríamos naquela noite. Os poucos metros do estacionamento até o Zezé se tornaram uma avenida na minha mente. Ela sorri, nos cumprimentamos, e eu pergunto: — "Tem tempo para uma bebida?" Ela diz que sim. Ali, tomei a decisão de trocar uma hora por duas. A conversa fluía, os olhares se cruzavam, o jogo da sedução já tinha começado. Quando deu 20h, ela pergunta: — "Vamos subir?" Respondi sem hesitar: — "Vamos ficar um pouco mais. Já pode começar a contar, quero te conhecer melhor." A conexão crescia a cada minuto, ultrapassando qualquer experiência anterior. Fui ao balcão, paguei a conta, e decidimos subir. Ainda faltava uma hora e dez minutos. Mas, eis que uma amiga do multiverso Solvit aparece. Após alguns minutos conversando, nos despedimos de amiga intergalática e faço uma proposta inusitada: — "Você quer ir para outro lugar? Quer fazer um pernoite? Quero te conhecer e explorar cada pedacinho seu." Ela sorri e diz que sim! A Viagem Pelo Rio e o Destino Perfeito Capacetes colocados, subimos na moto e demos uma volta pelo Rio até chegarmos ao Corinto. Ela disse que não conhecia o local. Perfeito! Nada melhor do que uma nova aventura em um lugar inédito. De frente para o motel, um McDonald's. Ali, a conexão se confirmou de vez. Pedimos exatamente o mesmo lanche e bebida. O prenúncio de que aquela noite seria perfeita. Levamos o lanche para a suíte Corinto. Mal sabia eu que estava prestes a entrar em uma máquina do tempo. A Máquina do Tempo Ao cruzar a porta daquela suíte, algo mudou. O ambiente era luxuoso, iluminado na medida certa, convidativo. Mas, acima de tudo, havia ali uma energia diferente. E foi quando percebi: eu estava dentro de uma máquina do tempo. Não uma máquina metálica, cheia de engrenagens e luzes piscantes. Mas uma máquina invisível, feita de desejo, entrega e conexão. O tempo deixou de existir. Cada beijo, cada toque, cada sussurro... Eu não era mais apenas o Solvit Sexus experiente, conhecedor do prazer e da sedução. Eu era o jovem Solvit, cheio de ímpeto, de fogo, de energia inesgotável. Mas também carregava a malícia do homem que sou hoje. O colchão virou a plataforma onde esse jogo do tempo se desenrolava. O espelho refletia um homem que era jovem e maduro ao mesmo tempo. A banheira virou um laboratório de novas experiências. A máquina do tempo operava sem descanso. Eu era jovem. Eu era experiente. Eu era desejo puro. A Noite Sem Fim Lanchamos frente a frente na mesa da suíte, e seguimos para o banho. Ali, os beijos e amassos já eram um prenúncio do que estava por vir. A banheira estava pronta, convidativa. E foi lá que ela me proporcionou um oral que posso batizar como "Boquete Isis Harrais". Detalhes? Melhor deixar a imaginação de cada um trabalhar. O que posso dizer é que foi algo inédito até para o Solvit Sexus. E dali por diante, só paramos às 6h15 da manhã. Ela gozou tantas vezes que perdi a conta. E eu? Rejuvenesci uns 20 anos. Bati meu recorde de horas excitado. Ela não deixou que o Solvit dormisse nem por um segundo. Me senti como sempre sonhei: com a experiência e malícia de hoje, mas com a disposição e o desejo de quando tinha 20 anos. Ela me beijava com uma entrega apaixonada. E no auge do prazer, ela sussurrava ao meu ouvido: — "Mete gostoso, amor." — "Mete mais." — "Vem, me beija mais com essa boca gostosa." Cada palavra me libertava do tempo. A suíte se transformou em uma máquina do tempo perfeita. Eu via o passado e o presente se misturando, criando uma versão minha que jamais tinha existido antes. Nenhuma mulher conseguiu tal feito antes. Chupei aquela buceta por horas, vendo-a se contorcer. E quando achava que era hora de parar, ela me olhava e dizia: — "Continua, amor, continua..." O Fim da Viagem E vocês devem estar se perguntando: por que eu sei exatamente a hora que tudo terminou? Porque naquele momento exato, quando ela estava de bruços, agarrada ao lençol, e eu prestes a explodir em prazer, a rádio anunciou: — "Bom dia! Um ótimo domingo, agora são 6h15." Olhei para a janela. O sol já despontava no horizonte. A máquina do tempo havia completado seu ciclo. Exaustos, cochilamos de conchinha por cerca de uma hora. Carinhos, beijos, até o café da manhã chegar. De volta ao AA37, deixei-a com um beijo e um sorriso de despedida. Mas uma certeza já estava dentro de mim: Eu voltarei. E voltarei muitas e muitas vezes, para descobrir até onde essa máquina do tempo pode nos levar. Cambio desligo, Solvit Sexus aqui do outro lado do Multiverso!

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